CONVERSAS SOBRE…

O nosso próximo encontro é já no sábado, dia 19 de Junho, na Amieira, Portel. Vamos dedicar o dia a discutir os impactes sobre os Recursos Hídricos decorrentes do cultivo intensivo.

De manhã, organizamos um passeio orientado pelo geólogo Noel Moreira, com ponto de encontro às 10h na praia da Amieira.

Da parte da tarde, convidámos os professores Rui Salgado e António Chambel, da Universidade de Évora, e o eng. agrónomo Eugénio Sequeira, para um debate que vai ter lugar às 15h na Junta de Freguesia da Amieira. Contamos com a vossa presença!

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As culturas intensivas e os seus impactes

O Movimento Chão Nosso vai organizar a terceira conversa em torno dos impactes das Culturas Intensivas. Dia 19 de junho, a conversa decorre em Amieira, Portel, na Junta de Freguesia, às 15 horas, sobre a utilização dos Recursos Hídricos neste tipo de explorações agrícolas.

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As culturas intensivas e os seus impactes

Numa altura em que os holofotes estão voltados para o problema dos trabalhadores imigrantes, o Movimento Chão Nosso retoma as conversas presenciais com o tema “Os trabalhadores agrícolas e as condições de trabalho” no próximo sábado, dia 15 de maio, às 15 horas, no Espaço Multifacetado da Vidigueira.

Restaurar o Alentejo, a nossa identidade!

Neste dia 22 de abril, em que se comemora o Dia da Terra, o Movimento Chão Nosso exige uma alteração de políticas agrícolas e ambientais que promovam um rumo diferente para o nosso território. No ano em que o Instituto Nacional de Estatísticas promove a realização dos Censos, continuamos a assistir ao êxodo rural. São os seus, os meus, os nossos vizinhos, amigos e família que abandonam o território por falta de expectativas. O futuro é incerto, o trabalho é pouco e mal pago e a terra produz pouco alimento. Comemos o que nos trazem de lugares incertos e cultivamos produtos que não consumimos e que enviamos para longe. E esta é uma tendência crescente e, espante-se, estes investimentos são financiados por todos nós e também por si. Barragens, como o Alqueva, foram construídas com investimentos públicos que estão ao serviço de sociedades financeiras que produzem o que não necessitamos. Esta agricultura “tecnologicamente avançada” deixará um rasto de destruição: a desertificação do território, porque os seus habitantes vão embora, o empobrecimento da economia local, porque contrata os serviços no exterior, e uma maior dependência nacional de produtos agrícolas importados, porque não produzimos o que comemos. Esta subsidiarização permite alugar a bom preço os terrenos a terceiros, recebendo os proprietários uma renda fixa. Até para aqueles que gostariam de fazer agricultura, é vantajoso alugar o terreno para estas práticas, alienando o futuro das suas próprias terras. Muitos baixam os braços e desistem. O agricultor, como o conhecemos, o homem com ligação à terra que respeita a identidade do local está em vias de extinção. A terra – solo – é a matéria que nos permitiu sobreviver nos períodos mais difíceis. Com imaginação e sabedoria os nossos avós faziam muito com pouco. Já se perguntou de onde vêm os ingredientes para a sua cozinha? Por outro lado, a necessidade de reduzir a pegada ecológica dos nossos alimentos é defendida por muitos especialistas como parte de uma estratégia obrigatória para fazer face à emergência climática. Assim, é fundamental alcançar um equilíbrio entre o modelo de produção super intensivo e um outro modelo distinto, assente numa agricultura mais conscienciosa e assente em circuitos curtos de produção e comercialização. A Política Agrícola Comum pode desempenhar um papel importante na valorização dos pequenos agricultores residentes nos territórios, na promoção da qualidade da nossa alimentação e na proteção da biodiversidade. Um outro rumo implicará uma distribuição mais equilibrada dos fundos entre agricultores, reforçando as verbas que apoiem uma agricultura que auxilie na mitigação e adaptação às alterações climáticas e esteja alinhada com uma outra política ambiental. A tecnologia tem que ser colocada ao serviço destes desígnios e não apenas para aumentar a balança comercial. Não acredite quando lhe dizem que não há outro caminho!

CONVERSAS SOBRE…

O Movimento Chão Nosso vai organizar a segunda de uma série de conversas em torno dos impactes das Culturas Intensivas. Dia 14 de novembro, a conversa decorre em Beja, no Centro UNESCO, às 15 horas, sobre os problemas das condições de trabalho na agricultura neste tipo de explorações agrícolas. Convidámos Carlos Dias e Paulo Barriga, jornalistas, Helena Neves, bióloga e coordenadora da USNA e Carlos Graça, diretor regional do ACT.

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As culturas intensivas e os seus impactes

O Movimento Chão Nosso vai organizar uma série de conversas em torno dos impactes das Culturas Intensivas. O pontapé de saída é dia 24 de Outubro, às 15 horas no Cine-teatro em Serpa com o tema Paisagem, Património e Território. Convidámos Miguel Quaresma, engenheiro agrónomo, Paulo Lima, antropólogo, e Miguel Serra, arqueólogo para refletir sobre estas temáticas.

Dia da Ecologia

Movimento Chão Nosso vai participar, amanhã, dia 14 de setembro, no “Dia da Ecologia” assinalado em Évora com a colocação de caixas-abrigo para morcegos nas Hortas Urbanas. Mais informações e inscrições aqui.